Cidades de Papel: Crítica

Paper Towns

Título Original: Paper Towns

Gênero: Drama, Mistério, Romance, Aventura

Duração: 109 min

Ano de lançamento: 2015

Diretor: Jake Schreier

Roteiro: John Green (autor), Scott Neustadter e Michael H. Weber

Elenco: Nat Wolff, Cara Delevingne, Austin Abrams, Justice Smith, Halston Sage, Jaz Sinclair

O mercado cinematográfico tem apostado, e muito, em adaptações literárias de livros YA (Young Adult), direcionados para adolescentes. John Green está em sua segunda viagem por esse país onde páginas se tornam filmes e tem sua terceira viagem confirmada com “Quem é você, Alasca?”. Ano passado iniciou-se com A Culpa é das Estrelas, filme que teve grande sucesso, assim como seu livro. Agora com Cidades de Papel, John Green está sendo “o nome da vez” novamente, porém, não existe muita razão.

É fato que o mesmo autor de um livro que teve repercussão incrível e, inclusive, virou “moda” será levado “à boca do povo” em seu segundo livro adaptado para as telas de cinema. A publicidade feita para o filme é grande e atinge vários públicos e meios de comunicação. John Green e Nat Wolff (Quentin Jacobsen) estiveram no Brasil e fizeram várias entrevistas. Enfim, o hype é grande e, como na maioria das vezes, até demais.

Sou um grande fã do John Green e de seus livros. Fui ao cinema umas 3 semanas depois de reler Cidades de Papel para ter uma comparação mais clara com o filme. Sobre esse aspecto Continuar lendo

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Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual – Crítica

Medianeras (1)

Título Original: Medianeras
Gênero: Drama e Romance
Duração: 95 min
Ano de lançamento: 2011
Direção e Roteiro: Gustavo Taretto
Produção: Natacha Cervi e Hernan Musaluppi
Elenco: Javier Drolas, Pilar Lopez de Ayala, Inés Efrone Carla Peterson.

Medianeras, como já indica o subtítulo, é um filme argentino e que se passa em Buenos Aires. Inicia-se com um monólogo de Martin (Javier Drolas) sobre a falta de planejamento e as divergências de estilo dos prédios da cidade que, segundo ele, mostram a inconstância e as diferenças dos moradores dali.

Martin então fala sobre sua vida e sua impressão de não ter saído da frente do computador por 10 anos, já que trabalhava como web designer. Ele é uma pessoa com problemas, físicos (por isso a troca da cadeira e a consulta com o médico que aponta o raio-x com o cigarro), psicológicos (a partida de sua namorada que deixou a cachorra Susu e distúrbios emocionais), sempre a busca de um equilíbrio e algo que o agrada e traga paz.Seu uso de chats online (foco no antigo MSN) tem uma grande importância na trama e no desenrolar do filme. Continuar lendo