Remake de Nosferatu confirmado

Nosferatu

Até Nosferatu, clássico do cinema mudo dirigido por F.W Murnau, vai ganhar um remake. De acordo com a Variety, Robert Eggers (do filme independente The Witch) escreverá e dirigirá a nova versão.

A trama voltará a contar a história do vampiro Conde Orlok (interpretado originalmente por Max Schreck) e seu reinado de terror na Alemanha, que só é ameaçado quando ele resolve procurar uma nova residência e se apaixona pela esposa de um agente imobiliário.

Lançado em 1922, Nosferatu foi uma adaptação não autorizada do romance Drácula, de Bram Stoker. O filme foi processado por violação de direitos autorais e a justiça ordenou a destruição das cópias, mas algumas delas, entre as muitas já distribuídas, permaneceram guardadas até a morte da viúva de Bram Stoker e estão hoje em dia disponíveis em versões restauradas. Apesar disso, o filme foi um sucesso de crítica e Murnau acabou trabalhando em Hollywood por vários anos, e Sunrise, um de seus filmes, ganhou vários Oscars na primeira edição das premiações da Academia.

Jay Van Hoy e Lars Knudsen que vão ser os produtores. Ainda não há data de estreia ou nomes cogitados para o elenco.

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Os 100 Melhores Filmes Americanos de Todos os Tempos

cidadaokane

É inegável que a contribuição dos EUA para o cinema mundial é imensa, com a criação do Cinetoscópio e de filmes clássicos de todos os gêneros que tiveram impacto cultural não só no país, mas também no mundo. Sabendo disso, a BBC fez uma pesquisa com 62 críticos de vários países para eleger os 100 melhores filmes americanos de todos os tempos. Cada um deles pôde escolher 10 filmes, e o critério era o filme ter sido produzido com dinheiro americano, a nacionalidade não importava, e 32 filmes da lista foram produzidos por estrangeiros. Em primeiro lugar ficou a obra-prima de Orson Welles, Cidadão Kane. O Poderoso Chefão 2, de Francis Ford Coppola, é o filme mais recente dos 10 primeiros colocados, e destes filmes, apenas 6 foram produzidos neste século. Confira: Continuar lendo

Cidades de Papel: Crítica

Paper Towns

Título Original: Paper Towns

Gênero: Drama, Mistério, Romance, Aventura

Duração: 109 min

Ano de lançamento: 2015

Diretor: Jake Schreier

Roteiro: John Green (autor), Scott Neustadter e Michael H. Weber

Elenco: Nat Wolff, Cara Delevingne, Austin Abrams, Justice Smith, Halston Sage, Jaz Sinclair

O mercado cinematográfico tem apostado, e muito, em adaptações literárias de livros YA (Young Adult), direcionados para adolescentes. John Green está em sua segunda viagem por esse país onde páginas se tornam filmes e tem sua terceira viagem confirmada com “Quem é você, Alasca?”. Ano passado iniciou-se com A Culpa é das Estrelas, filme que teve grande sucesso, assim como seu livro. Agora com Cidades de Papel, John Green está sendo “o nome da vez” novamente, porém, não existe muita razão.

É fato que o mesmo autor de um livro que teve repercussão incrível e, inclusive, virou “moda” será levado “à boca do povo” em seu segundo livro adaptado para as telas de cinema. A publicidade feita para o filme é grande e atinge vários públicos e meios de comunicação. John Green e Nat Wolff (Quentin Jacobsen) estiveram no Brasil e fizeram várias entrevistas. Enfim, o hype é grande e, como na maioria das vezes, até demais.

Sou um grande fã do John Green e de seus livros. Fui ao cinema umas 3 semanas depois de reler Cidades de Papel para ter uma comparação mais clara com o filme. Sobre esse aspecto Continuar lendo

Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual – Crítica

Medianeras (1)

Título Original: Medianeras
Gênero: Drama e Romance
Duração: 95 min
Ano de lançamento: 2011
Direção e Roteiro: Gustavo Taretto
Produção: Natacha Cervi e Hernan Musaluppi
Elenco: Javier Drolas, Pilar Lopez de Ayala, Inés Efrone Carla Peterson.

Medianeras, como já indica o subtítulo, é um filme argentino e que se passa em Buenos Aires. Inicia-se com um monólogo de Martin (Javier Drolas) sobre a falta de planejamento e as divergências de estilo dos prédios da cidade que, segundo ele, mostram a inconstância e as diferenças dos moradores dali.

Martin então fala sobre sua vida e sua impressão de não ter saído da frente do computador por 10 anos, já que trabalhava como web designer. Ele é uma pessoa com problemas, físicos (por isso a troca da cadeira e a consulta com o médico que aponta o raio-x com o cigarro), psicológicos (a partida de sua namorada que deixou a cachorra Susu e distúrbios emocionais), sempre a busca de um equilíbrio e algo que o agrada e traga paz.Seu uso de chats online (foco no antigo MSN) tem uma grande importância na trama e no desenrolar do filme. Continuar lendo

O Jogo da Imitação: Recomendação

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Título Original: The Imitation Game

Gênero: Suspense Histórico

Duração: 114min

Lançamento: 2014

Direção: Morten Tyldum

Elenco: Benedict Cumberbatch; Keira Knightley; Matthew Goode

Este filme conta a história de Alan Turing (Benedict Cumberbatch)  um matemático que recebe a missão de criar um modo para decifrar códigos nazistas de localização de submarinos, então ele cria um computador para decifrar a Enigma, uma máquina na qual os alemães usam para codificar e decodificar os códigos tornando eles impossíveis de serem lidos, já a parte mais interessante da trama ao meu ponto de vista é que Alan Turing tenta esconder seu segredo de ser homossexual, (coisa que naquela época era muito mais abominado pela sociedade) para que não perca o projeto de sua vida ou seja preso. O personagem aparenta ser frio no começo mas é porque ele só quer saber de trabalho, por esse motivo acabam desconfiando dele e acabam não acreditando em seu projeto, mas depois de um tempo os outros personagens acabam acreditando nele e o ajudando.

O filme é uma boa pedida para quem gosta de clássicos da história ou de histórias de guerra ,o filme é envolvente e tem uma ótima trama, se você estiver em um dia de chuva o filme é ótimo para passar o tempo.