Poltergeist – O Fenômeno (2015): Crítica

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Título Original: Poltergeist
Gênero: Terror, Suspense
Duração: 93 min
Direção: Gil Kenan
Roteiro: David Lindsay-Abaire (Roteiro); Baseado no filme de Steven Spielberg: Poltergeist (1982)
Produção: Roy Lee; Sam Raimi e Robert G. Tapert
Elenco: Sam Rockwell (Eric Bowen); Jared Harris (Carrigan Burke); Rosemarie DeWitt (Amy Bowen) e Saxon Sharbino (Kendra Bowen); Kyle Catlett (Griffin Bowen); Kennedi Clements (Madison Bowen) e Jane Adams (Dr. Brooke Powell)

Olá, sejam todos bem-vindos, e o primeiro post do blog vai ser a crítica do filme Poltergeist – O Fenômeno (2015). Estamos em época de remakes/reboots e continuações de filmes clássicos e das décadas de 70/80 como Star Wars, Exterminador do Futuro, Mad Max e, lógico, Poltergeist. Poltergeist foi um filme de 1982 escrito por Steven Spielberg e dirigido por Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica). Tem seu plot baseado em uma família que se muda para um bairro residencial que foi construído na região de um cemitério que, em teoria, foi movido dali para um outro lugar. Toda a trama desenrola-se em volta da garotinha Carol Anne que fala com os poltergeists que se manifestam pelos aparelhos eletrônicos da casa, mas principalmente pela televisão. O filme de 2015 dirigido por Gil Kenan não muda o plot de uma maneira perceptível, mas aumenta de maneira grande (e inclusive desnecessária) a interferência e comunicação dos poltergeists por meio dos aparelhos eletrônicos. De um smartphone a um pianinho de brinquedo lá estão eles, mas, novamente, sua interferência é muito maior nas televisões. A garotinha da família muda de nome e passa a chamar Madison (Kennedi Clements) e não é loira, é morena, mas isso não vem ao caso. Com cenas do tablet de Griffin(Kyle Catlett) que joga algo relacionado a zumbis o filme começa e logo passa a ter alguns diálogos não muito construtivos entre os personagens. Em poucos segundos é vista a casa onde acontecerá a história do filme e de cara vemos a árvore e, pra quem viu o filme de 1982, a mensagem fica clara de qual será o papel dela na trama. Griffin anda pela casa com um ar de desconfiado e encontra sua irmã falando com o armário, mas ignora de início. Logo ela mostra a ele um truque de “arrepiar os cabelos” (piada inevitável). Eles divertem-se, mas aquilo tomaria um rumo não muito bom.

O filme tenta dar uns sustos e, algumas vezes, é bem sucedido. Cenas de mãos saindo do chão, o palhaço bizarro de Griffin e Madison sumindo no armário dão o tom de filme de terror a Poltergeist. Muitas cenas são desnecessárias, como a cena daquele limbo/inferno pelo qual o drone passa e depois Griffin e Madison estão. A cena da furadeira é uma das poucas que se prezam nesse filme, pois o número de cenas desnecessárias superam o número de cenas decentes. Enfim, um filme de terror que tem alguns alívios cômicos, sendo que o único realmente cômico foi o último (não a cena durante os créditos). Atuações não tão ruins, mas que se tivessem um roteiro melhor pra filmar e um diretor melhor seriam mais aproveitadas. Um filme que não foi marcante e que coloco com um certo pesar em minha lista de filmes assistidos no ano.

Nota: 6/10 – Merecedor de uma nota 6, pelas cenas que ainda foram úteis e pelo humor ácido de Carrigan Burke (Jared Harris).

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